“Por duas vezes ela recusou o pedido de seu pai para renunciar a sua fé. Quando enviada ao tribunal seu filho foi tomado dela, mas milagrosamente ele não precisou mais do leite materno e o peito de Perpétua não ficou inflamado por causa dela não estar mais amamentando e secou normalmente. Ela rezava pelo seu irmão que não tinha sido batizado e isto de certa forma atesta a antiguidade da crença no Purgatório.
Ela e Felicitas foram acoitadas e foram dilacerados por um leopardo e um urso, mas não foram mortas. As mulheres foram despidas, mas os seus corpos dilacerados ofenderam a multidão no anfiteatro, e elas foram novamente vestidas. Perpétua em seguida foi atirada a uma vaca feroz e depois foi Felicitas, mas a vaca não a atacou.
O carrasco então veio com a espada para a degola, mas
quando se aproximou de Perpétua, sua primeira tentativa falhou, errando seu
pescoço e em seguida por várias outras vezes errou.
Ela então disse que iria guia-lo para o seu golpe fatal. Assim a multidão viu
que ela não poderia ser morta a não ser que aceitasse, e este milagre converteu
centenas de espectadores conforme o historiador contemporâneo Euzebius”.
Elas foram incluídas no Calendário Romano e no Syriaco. Foram sepultadas na Basílica de Majorum em Cartago.
Se alguém desejar ler o original recomendamos o autêntico escrito por Santa Perpétua como seu diário.A tradução completa para o inglês da “ Paixão de Perpetua” Passio pode ser encontrada em “Saints are not sad pp.7-18 de Shedds.
Na arte litúrgica da Igreja Perpétua e Felicitas são representadas por duas jovens; ou 2) como duas jovens e duas vacas; ou 3) com um machado.


